Governo defende reformas após a pandemia para recuperar o PIB

29/05/2020 17h14

Ministério da Economia também pede manutenção do teto de gastos

Publicado em 29/05/2020 – 13:05 Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O resultado negativo da atividade econômica no primeiro trimestre, embora esperado, coloca fim à recuperação econômica em curso desde o começo de 2017, afirmou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, em nota sobre o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, divulgado hoje (29).

Em meio à pandemia de covid-19, o PIB teve queda de 1,5{566cc9a385eb5c53176b33b2e5256920dc5e2831a279a8f78f8e371482bf4501} no primeiro trimestre deste ano, na comparação com último trimestre de 2019. Os dados foram divulgados hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o primeiro trimestre de 2019, o PIB caiu 0,3{566cc9a385eb5c53176b33b2e5256920dc5e2831a279a8f78f8e371482bf4501}. Em 12 meses, o PIB acumula alta de 0,9{566cc9a385eb5c53176b33b2e5256920dc5e2831a279a8f78f8e371482bf4501}.

“Os impactos iniciais da pandemia na economia a partir de março deste ano reverteram os bons indicadores de emprego, arrecadação e atividade do primeiro bimestre, levando a variação do PIB para o terreno negativo. Os efeitos danosos sobre a saúde da população brasileira e da nossa economia ainda persistem. Dessa forma, o resultado econômico da atividade no segundo trimestre será ainda pior”, diz a nota.

De acordo com a secretaria, as consequências são “nefastas para a população, com aumento do desemprego, da falência das empresas e da pobreza”.

“Para combater e amenizar o sofrimento dos brasileiros é necessário que as reformas estruturais continuem através de uma legislação mais moderna de emprego, com o fortalecimento das políticas sociais (com transferência de recursos de programas sociais ineficientes para os mais eficientes e de comprovado efeito no combate à pobreza), com o aprimoramento da legislação de falências e a modernização e desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias”, destacou.

Pós-pandemia

Para a secretaria, a agenda pós-pandemia, além de manter o teto de gastos, precisa incluir: o fortalecimento do arcabouço de proteção social transferindo recursos de programas ineficientes para programas sociais de comprovada eficiência no combate à pobreza; a melhora da eficiência das políticas de emprego; o aprimoramento da legislação de falências; o fortalecimento e a desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias; a aprovação novo marco regulatório do setor de saneamento básico e do setor de gás; a abertura comercial; privatizações e concessões; reforma tributária.

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: Agência Brasil

FAI realiza a 23ª Semana Acadêmica de Odontologia

06/05/2026   11h01 A estrutura do evento foi planejada para abranger diversas áreas da saúde bucal Por Jéssica Nakadaira O curso de Odontologia do Centro Universitário

Defesa Civil alerta para aumento do risco de incêndios em SP e monitora possível influência do El Niño

06/05/2026   12h37 Defesa Civil alerta que fenômeno pode intensificar calor e agravar condições para queimadas nos próximos meses Medidas incluem treinamentos, reforço de estrutura e

Produtores de São Paulo já podem atualizar rebanhos no sistema da Secretaria de Agricultura

06/05/2026   12h28 Antecipação tem objetivo de impedir bloqueio no trânsito de animais, em especial de bovinos e bubalinos A partir de segunda-feira (11), todos os

CMN regulamenta programa de renovação de ônibus e de caminhões

06/05/2026   12h19 Segunda fase do Move Brasil oferece juros baixos e prazos maiores Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Publicado em 05/05/2026 – 20:35

00:00